A arte de entrevistar
Por Alessandro Lo-Bianco
A entrevista é a técnica de obter matérias de interesse jornalístico por meio de perguntas e respostas. É sempre bom que o repórter reveja o material obtido com outras fontes envolvidas no fato. Infelizmente, nos cursos de jornalismo do Brasil, professores em salas de aula e centros acadêmicos se limitam a dar conselhos gagás, do tipo: “quando for entrevistar um sujeito, telefone para saber se ele esta em casa; quando ele atender ao telefone diga-lhe bom dia; não compareça a uma entrevista sem checar as pilhas do gravador”. O que os professores esquecem de falar, e o que realmente importa, é a técnica. Pois entrevistar não é somente fazer uma pergunta e esperar uma resposta, e sim juntar uma resposta com outra pergunta. No final, quem mais perde com o fracasso de uma entrevista é o repórter, pois no dia seguinte ele vai fazer a mesma coisa, enquanto o entrevistado sai de cena. Em primeiro lugar, é preciso trabalhar duro antes da entrevista, pesquisando tudo sobre os temas tratados e sobre o entrevistado. Depois de bem preparado, o entrevistador deve fazer um roteiro com começo, meio e fim. Esta é a melhor maneira de evitar os “brancos e atropelos”. Desta forma, a estratégia mais produtiva é aquela baseada na informação. Uma coisa que não podemos esquecer e que estarão presentes pra sempre na vida de um repórter e do entrevistado é o constrangimento. Ele já pode ser considerado parte da atividade da imprensa. É importante também que, dependendo do entrevistado, o repórter analise seu perfil psicológico para determinar se deverá conduzir a entrevista “batendo ou assoprando”. Segundo o experiente jornalista Alexandre Garcia: “Às vezes eu me faço de bobo com o entrevistado, finjo que não sei das coisas, para que o entrevistado se sinta mais forte, superior a mim e seguro de si. Nesta situação ele fica mais à vontade, revela algumas coisas e vai abrindo mais a guarda. E é aí que eu entro.”
A entrevista é a técnica de obter matérias de interesse jornalístico por meio de perguntas e respostas. É sempre bom que o repórter reveja o material obtido com outras fontes envolvidas no fato. Infelizmente, nos cursos de jornalismo do Brasil, professores em salas de aula e centros acadêmicos se limitam a dar conselhos gagás, do tipo: “quando for entrevistar um sujeito, telefone para saber se ele esta em casa; quando ele atender ao telefone diga-lhe bom dia; não compareça a uma entrevista sem checar as pilhas do gravador”. O que os professores esquecem de falar, e o que realmente importa, é a técnica. Pois entrevistar não é somente fazer uma pergunta e esperar uma resposta, e sim juntar uma resposta com outra pergunta. No final, quem mais perde com o fracasso de uma entrevista é o repórter, pois no dia seguinte ele vai fazer a mesma coisa, enquanto o entrevistado sai de cena. Em primeiro lugar, é preciso trabalhar duro antes da entrevista, pesquisando tudo sobre os temas tratados e sobre o entrevistado. Depois de bem preparado, o entrevistador deve fazer um roteiro com começo, meio e fim. Esta é a melhor maneira de evitar os “brancos e atropelos”. Desta forma, a estratégia mais produtiva é aquela baseada na informação. Uma coisa que não podemos esquecer e que estarão presentes pra sempre na vida de um repórter e do entrevistado é o constrangimento. Ele já pode ser considerado parte da atividade da imprensa. É importante também que, dependendo do entrevistado, o repórter analise seu perfil psicológico para determinar se deverá conduzir a entrevista “batendo ou assoprando”. Segundo o experiente jornalista Alexandre Garcia: “Às vezes eu me faço de bobo com o entrevistado, finjo que não sei das coisas, para que o entrevistado se sinta mais forte, superior a mim e seguro de si. Nesta situação ele fica mais à vontade, revela algumas coisas e vai abrindo mais a guarda. E é aí que eu entro.”
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